quinta-feira, 17 de maio de 2012


A boca ansiosa traga tudo que vê, rapidamente, antropofagicamente.

Quer comer tanta coisa, há tanta fome! O estômago mais parece um buraco negro, um sem fim.

Não se trata da fome dos esquálidos desvalidos: é a fome dos comuns.

Mastiga, mastiga, mastiga enquanto pode, que é grande a fome do mundo, e a sua, e amanhã não se sabe, o doce é pouco, o açúcar está caro.

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