A velha dor de sempre, que por mais velha que seja, não admite morrer. Quer a todo custo permanecer grudada em mim, sugando sem parar, dói tanto, a todo instante. Preciso matá-la, extirpá-la do meu corpo e do meu horizonte.
Mas como? Tantas tentativas já fiz, só pareço andar em círculo. Preciso rompê-lo, mas falta ainda um pouco da velocidade necessária para sair pela tangente.
Onde o impulso?
Onde?
E depois, como seguir o caminho não mais circular, mas desconhecido? Precisarei também de um mapa.
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