I - O caos para ela tem justamente a forma da ordem.
II - A Valse d`Amelie, na
versão com orquestra, ainda é uma das
músicas mais lindas. É capaz de passar horas ouvindo, sentada, com o corpo
parado e o pensamento a toda velocidade, valsando de olhos fechados.
III - Tem medo do escuro, de dormir de costas pra porta, do
Diabo, e de ser feliz. Mas acima de tudo, tem medo do próprio tato, de todos os
sentidos, mas do tato principalmente. Sensação, desordem. Sensação de desordem.
IV - A palavra liberdade a ronda desde muito. Ouviu de um
mestre que liberdade não é soltura, mas sim conseguir manter uma distância mínima dos
sentimentos que nos fazem mal. Achou que fazia sentido: liberdade como um
exercício, e não como um estado. De resto, fica a dúvida também rondando: como
saber se o que está fazendo é liberdade, ou é reprodução, apenas com outra
roupa?
V - ‘Anyway,
I can try
Anything
it's the same circle
That
leads to nowhere and I'm tired now.
Monochrome
floors, monochrome walls.’
VI - Anda pensando demais. É hora de dar umas férias à Razão.
VII - Será que tem ambição demais, ou de menos?
VIII - Uma dorzinha no estômago começa domingo à noite.
VIII - Uma dorzinha no estômago começa domingo à noite.
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