Um poema daqueles do ônibus, que podem fazer companhia quando, como hoje, o caminho se perde:
MAIO
Muito suavemente eu a empurrei para dentro
Era minha mãe, na gaveta.
Quem já viu a morte
sabe que ela tem pressa.
Luiz Maurício Azevedo
(ao som de Pink Floyd, Wish You Were Here, coincidentemente. Ou não.)
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